quinta-feira, 3 de maio de 2012

Lua cheia de Maio - Festival de Wesak


   O festival de Wesak - Também conhecido como o Festival da Iluminação é o Festival de Buda, o intermediário entre o Centro Espiritual mais elevado, Shambala, e a hierarquia. Buda personifica a expressão da Sabedoria de Deus, da Luz, é Indicador do Propósito Divino.

   É o grande Festival do Oriente e um dos mais importantes festivais da Lua Cheia. Este Festival ocorre quando o Sol está no signo de Touro. Wesak é uma festa da libertação do despertar e da transfiguração, a jornada de volta ao lar. Promove uma ponte entre a humanidade e espiritualidade, e o equilíbrio entre o Eu Inferior e Superior.   

   A Lua na Astrologia significa o inconsciente, o porão, como também, nossa ligação com o passado e emoções, quer sejam boas ou ruins. É através do signo lunar que descobrimos como reagimos frente às circunstâncias da vida, emocionalmente. 

   Quando o grande luminar, o Sol, ilumina plenamente a Lua, é um indicativo de um alinhamento livre entre nosso Planeta - o Sol - e o "Centro Solar" a fonte de energia de toda nossa terra, e neste momento podemos iluminar as sombras.   

   Nesta fase de Plenilúnio podemos fazer uma aproximação mais definida com Deus e o Amor, Poder e Sabedoria, centralizados em nosso coração, representados pela chama trina que fica em evidência quando meditamos. É positivo que em toda Lua Cheia, pudéssemos nos alinhar com as forças cósmicas superiores através de nossos Mestres e anjos, como também da hierarquia da grande Fraternidade Branca, a fim de entrarmos em contato com a essência deste evento mensal.   

   O Festival de Wesak ocorrerá no dia 06 de maio de 2012 – Lua Cheia - às 00h35min no horário de Brasília (Brasil). É neste dia que se deve fazer a meditação. Não é necessário que se faça a meditação no horário exato da entrada da Lua Cheia, no entanto, toda reunião é um compromisso com o Plano Espiritual, e deve ser feita de forma alegre a amorosa.




quinta-feira, 19 de abril de 2012

Eu me amo!

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E,então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima!
Quando me amei de verdade,pude perceber que a minha angústia,meu sofrimento emocional não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade!
Quando me amei de verdade, parei de desejar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de ... Amadurecimento!
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesma.
Hoje sei que o nome disso é ... Respeito!
Quando me amei de verdade,comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável...Pessoas ,tarefas,tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio!
Quando me amei de verdade,deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos. 
Abandonei os projetos megalômanos de futuro. 
Hoje o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade!
Quando me amei de verdade,desisti de querer ter sempre razão e, com isso,errei menos vezes. 
Hoje descobri a... Humildade.!
Quando me amei de verdade, desisti de ficar vivendo o passado e de me preocupar com o futuro.
Agora, me mantenho no presente,
que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. 
Isso é ... Plenitude!
Quando me amei de verdade,percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar.
Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração,ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é...SABER VIVER!



terça-feira, 17 de abril de 2012

10 Coisas Que Você Deve Saber Sobre... Água

1. Apesar de nosso planeta ter grande porcentagem de água, verificamos que apenas 2,7% é de água doce e apropriada para o consumo humano, enquanto que nos mares e oceanos, tem quase 97,3% e o restante é água existente nas geleiras e icebergs. Neste cenário temos o registro de que mais de um bilhão de pessoas não dispõem de água potável e 25 mil entre elas morrem diariamente, devido à má qualidade das águas que usam e tomam. 


2. A água tem uma série de funções no organismo dos seres vivos - atua como solvente universal pois as reações químicas de natureza biológica se desenvolvem em soluções; é um importante veículo de transporte de substâncias permitindo o intercâmbio de substâncias entre as células; exerce um papel lubrificante entre os ossos contribuindo para diminuir o atrito nessas regiões; é imprescindível para que ocorra o processo de fotossíntese nas plantas.



3. A principal fonte de geração de energia elétrica no Brasil, provêm da água. Para isso, os rios são represados e a força da queda d'água movimenta as turbinas, gerando eletricidade. No Brasil, está a maior usina hidrelétrica do mundo, a de Itaipu, no Paraná, construída e administrada em conjunto com o Paraguai.
 

4. A quantidade de água é sempre a mesma desde quando surgiu no planeta Terra há bilhões de anos. Isto é possível graças ao sistema natural conhecido como ciclo da água que ocorre da com a evaporação da água dos rios, lagos, mares e também do organismo dos seres vivos. O vapor d’água atinge um certo nível da atmosfera, onde as temperaturas são mais baixas e se condensa, formando as nuvens. Nas nuvens, o vapor de água condensa-se formando gotículas, que permanecem em suspensão na atmosfera. Estas gotículas, sob certas condições, agregam-se formando gotas maiores que precipitam-se, ou seja, chove. A chuva pode seguir dois caminhos, ela pode infiltrar-se e formar um aquífero ou um lençol freático ou pode simplesmente escoar superficialmente até chegar a um rio, lago ou oceano, onde o ciclo continua. 
 

5. Os aquíferos são reservatórios subterrâneos formados pelas águas das chuvas, neves, neblinas e geadas que fluem pelos poros das rochas. Estas formações correspondem hoje a 97% de toda a água doce encontrada no planeta. Existem reservatórios com vários metros de espessura, outros com quilômetros de extensão e os que possuem pouca ou centenas de metros de profundidade. O Aquífero Guarani (também conhecido como Botucatu), o maior do mundo, possui água suficiente para abastecer a população mundial por mais de 300 anos. A maior parte do Aquífero Guarani está no centro-sudoeste do Brasil. 


6. A matéria orgânica (como fezes, papéis, restos de comida) despejada na água, principalmente dos rios, alimenta as bactérias decompositoras. Quanto maior a quantidade de matéria orgânica, maior a população desses microrganismos decompositores e, portanto, maior a quantidade de oxigênio que eles consomem. Quando o oxigênio desaparece da água morrem todos os seres vivos que dependem dele, inclusive bactérias. Restam apenas aquelas bactérias que não precisam do oxigênio para sobreviver: as bactérias anaeróbicas, que são as bactérias que fazem a respiração sem oxigênio, através de um processo chamado quimiossíntese. A presença dessas bactérias na água de um rio é um forte indício de que ele está praticamente morto. 


7. Uma das mais importantes utilizações da água é a irrigação, tão necessária principalmente em regiões secas. Porém, se não for feito um planejamento adequado de sistema de irrigação, os recursos hídricos disponíveis na região são usados em excesso, não dando tempo para que eles se renovem. Outra situação se dá quando a água é retirada e retorna para o sistema hídrico de forma imprópria em que não pode ser reutilizada pois a água usada na irrigação é constantemente contaminada por sais, pesticidas e herbicidas.
 

8. Em grande quantidade, a água adquire coloração azulada. É o que acontece com o mar, que geralmente é azul. A cor do mar, no entanto, pode variar em função de diversos fatores. Um dos principais é a presença de substâncias suspensas na água. As águas azuis contêm pouquíssimas substâncias em suspensão. À medida que aumenta a quantidade de partículas, a água muda de cor, passando pelo verde, até chegar ao marrom. Em alto-mar, como as partículas ficam no fundo, não chegando à superfície, a cor é sempre azul. Daí veio a palavra oceano, que se originou do latim oceano, que significa azul. Quando o mar tem a coloração verde é porque contém muito material e muitos seres vivos em suspensão na água, que podem ser algas e minerais.


9. Lençol freático é a água subterrânea que preenche todos os espaços porosos e permeáveis das rochas ou dos solos. Esses lençóis estão baixando dezenas de metros em várias partes do mundo, exigindo a escavação de poços cada vez mais profundos. Na Índia, há regiões em que os excessos no bombeamento do lençol freático fizeram com que seus níveis descessem até 40 metros. Por esta razão, agravou-se as disparidades sociais, por privar os produtores rurais mais pobres do acesso à água, que só é possível para quem pode pagar pelos equipamentos de perfuração. 


10. Um dos grandes riscos com a perda de água pelo organismo é a desidratação. A desidratação consiste na perda de água e de sais minerais pelo organismo, numa quantidade que prejudica suas funções vitais; o doente, portanto, corre risco de vida. Neste caso, ele precisa ser hospitalizado para repor a água e os sais minerais que perdeu. A reposição é feita através de soro. A diarreia, principalmente em crianças, pode levar à desidratação. Isso pode ser evitado usando-se o soro caseiro.



Fonte: www.aguasemendadas.com


















segunda-feira, 16 de abril de 2012

Rio + 20 - Cenário para o sonho


       Vinte anos depois da Eco-92, a maior conferência da história da ONU, a Rio mais 20 reinjeta ânimo na agenda da sustentabilidade e tenta frear a degradação do planeta.

       Abril e junho de 2012 serão meses de forte simbolismo para quem se preocupa com a crise contemporânea. Em abril de 1987, há 25 anos, a ex-primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, apresentava à Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, o relatório Nosso Futuro Comum, que trouxe o tema do desenvolvimento sustentável para a discussão global. E, há 20 anos, realizava-se, no Rio de Janeiro, a Cúpula da Terra, a Eco-92, a maior conferência já promovida pela ONU.
De 20 a 22 de junho, o Rio será palco de mais um grande evento sobre sustentabilidade, a Rio mais 20. Espera-se a presença de 100 chefes de Estado e de milhares de representantes de empresas, agências multilaterais e entidades civis. Há dois grandes temas na pauta: a transição para uma economia verde socialmente inclusiva e uma reforma da ONU para a criação de um novo órgão, a Organização Mundial do Meio Ambiente (Omma).

         Na Eco-92 foram adotadas importantes convenções internacionais - como a Convenção do Clima e a Convenção sobre Diversidade Biológica -, além da Agenda 21, com um programa de ações pelo desenvolvimento sustentável. A Rio+20 não aprovará nenhum documento desse porte, mas mapeará as (muitas) lacunas no cumprimento dos acordos firmados desde 1992, definindo medidas para preenchê- las. Será, também, a primeira conferência ambiental da ONU a discutir modificações na economia e processos de produção e consumo mais limpos, que respeitem os direitos humanos. Em paralelo à reunião no Rio Centro, na Barra da Tijuca, no centro da cidade, entre 16 e 19 de junho, no Aterro do Flamengo e na Praça Mauá, será realizada a Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental, promovida por milhares de ONGs para fazer avançar o multilateralismo ambiental no planeta.

       Apesar de os críticos proclamarem que pouco se fez na prática, desde a Eco-92, é inegável que o ativismo pela sustentabilidade alargou sua atuação. Temas relacionados ao meio ambiente e à sustentabilidade tornaram-se itens obrigatórios de escolas, governos, institutos de pesquisa e empresas. 

"Há 20 anos seria inimaginável uma empresa preocupar-se com o estabelecimento de metas de redução de gases de efeito estufa, ou reutilizar água, aproveitar resíduos ou direcionar negócios para a base da pirâmide social", nota Marina Grossi, presidente-executiva do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), que congrega 72 grandes companhias brasileiras.

       Em novembro, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) lançou o relatório De olho no meio ambiente em mutação: do Rio à Rio+20, uma coleção de dados sobre a evolução dos indicadores ambientais e econômicos nas duas últimas décadas. O relatório mostra, por exemplo, que entre 1992 e 2009 as empresas eliminaram a geração de 93% dos gases poluidores responsáveis pelo buraco na camada de ozônio, cumprindo com as obrigações do Protocolo de Montreal. Hoje, o problema do buraco de ozônio está praticamente resolvido. Também houve progresso na disseminação das energias renováveis, embora elas representem apenas 16% da matriz energética mundial. O consumo de energia eólica saltou 6.000%, a fonte solar cresceu 30.000%, o uso de biocombustíveis aumentou 3.500% e o de biodiesel, 300.000%. Outros avanços destacados pelo estudo: a área da agricultura orgânica cresce 13% ao ano e o público do ecoturismo aumenta a uma taxa três vezes superior à do turismo de massa. 

"Não estamos na velocidade necessária, mas houve, sim, um grande avanço na governança ambiental global. Hoje, o Brasil tem políticas para reduzir emissões de carbono e já aceita metas compulsórias para 2020", diz Suzana Khan, subsecretária de Economia Verde do Rio de Janeiro.

       Ao longo de 20 anos, a agenda do desenvolvimento sustentável acumula um calhamaço de tratados, declarações, estudos e algumas leis para a adoção de tecnologias limpas e o engajamento de empresas, governos e entidades sociais. É preocupante para o futuro, contudo, que os principais líderes do movimento pela sustentabilidade acenem com uma avaliação pessimista dos seus efeitos práticos. Mesmo Achim Steiner, economista russo nascido no Brasil e diretor-executivo do Pnuma, não parece entusiasmado com os resultados. "Embora tenha havido muitos avanços, a escala e a velocidade da degradação ambiental superam as respostas dadas desde 1992", disse à PLANETA. Ele ilustra sua preocupação com dados do relatório que o Pnuma publicou em novembro. Desde o início da década de 1990, as emissões de carcarbono aumentaram 36%, o número de espécies declinou 30% nos trópicos, as florestas nativas perderam cerca de 300 milhões de hectares, o número de megacidades (aglomerações urbanas com mais de 10 milhões de habitantes) subiu 110% e o uso de fertilizantes na agricultura cresceu 35%, entre outros tantos indicadores desanimadores. "Seria falso dizer que o mundo fracassou nestes últimos 20 anos. Mas seria fantasia afirmar que estamos implementando o desenvolvimento sustentável nos países e na economia", admite o diretor do Pnuma. 


       Na Convenção do Clima, só os países da União Europeia chegaram próximos de cumprir as metas do Protocolo de Kyoto." Feldmann vê o aumento das emissões de gases-estufa, em quase todos os países, como um sinal de fracasso dos acordos da Eco-92. "Mesmo a meta fixada pela Conferência do Clima de Copenhague, em 2009, de estabilizar o acréscimo na temperatura do planeta em 2º Celsius, está se tornando inviável.

       A primeira versão da declaração, divulgada em janeiro, toca em tópicos importantes, mas peca por ser excessivamente genérica e ignorar a necessidade de mecanismos financeiros de longo prazo, que ajudem os países emergentes a combater a pobreza e a adotar tecnologias de baixo carbono e mais eficientes no uso de recursos naturais. "Minha expectativa é de que a conferência saia da retórica, estabelecendo compromissos mensuráveis e mecanismos de monitoração. Aquilo que não se mede, não tem como ser gerido", afirma Suzana Khan.

       Trabalha-se para que a agenda mínima contenha quatro itens: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Produto Interno Bruto verde, uma fonte de apoio financeiro global e a criação da Organização Mundial do Meio Ambiente. Os ODS seriam estabelecidos em complemento ao antigo programa dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, valendo a partir de 2015, com metas específicas para serem alcançadas até 2030 e indicadores para medir o cumprimento. Contemplariam temas como padrões de produção e consumo, proteção de oceanos, segurança alimentar, agricultura sustentável, energia sustentável, acesso e eficiência no uso da água, cidades sustentáveis, emprego verde, trabalho decente e inclusão social e redução de desastres ambientais.

       No caso do PIB verde, a ideia é solicitar ao secretário-geral da ONU que promova consultas para definir o novo indicador. Nele seria descontada do cálculo a riqueza gerada à custa da poluição dos rios ou da emissão de carbono além de um certo limite. Produtos fabricados com o uso de energia eólica passariam a ter maior peso na conta do que os  derivados de indústrias cuja energia fosse gerada em termelétricas a carvão.

       Quanto ao financiamento, a primeira versão da declaração da Rio+20 limita-se a reafirmar a necessidade de os países desenvolvidos cumprirem a destinação de 0,7% de seu Produto Nacional Bruto à Assistência Oficial ao Desenvolvimento (ODA, em inglês). A promessa foi assumida na ONU em 1970 e reafirmada na cúpula mundial de 2000 que estabeleceu os Objetivos do Milênio. Mas só cinco países a cumpriram - Dinamarca, Holanda, Luxemburgo, Noruega e Suécia. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, apenas 0,32% da renda nacional acumulada dos países ricos foi remetida às nações em desenvolvimento em 2010, na forma de ODA.

De 1992 a 2012 a coisa piorou...                  ...mas também houve avanços!
  



        "Precisamos de um mecanismo financeiro adicional para transitar para a economia verde. Uma fonte poderia ser uma taxação sobre as transações financeiras globais", defende Aron Belinky, coordenador de processos internacionais do Instituto Vitae Civilis. O tributo será uma das principais bandeiras da Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental, que reunirá milhares de ativistas no centro do Rio. Além do imposto sobre operações financeiras, o evento no Aterro do Flamengo, inspirado no Fórum Global de 1992, insistirá na necessidade de a conferência oficial tocar o dedo na ferida da desigualdade. 

"Não adianta só esverdear a economia com tecnologia e energias renováveis. O sucesso da Rio+20 estará em obter um compromisso contra a desigualdade que se reflita até no próprio funcionamento dos mercados", adverte Ricardo Abramovay, professor da Faculdade de Economia e Administração da USP. O combate à desigualdade extrapola a luta contra a pobreza, questionando os padrões de consumo dos países ricos e das classes privilegiadas. "É fundamental cortar significativamente o consumo do topo da pirâmide para que os mais pobres possam melhorar suas condições de vida, mesmo que isso implique algum aumento nas emissões de carbono", diz Abramovay. A ex-senadora Marina Silva concorda: "É um desafio muito grande para ambos, tanto para os países que precisam reduzir seu padrão de consumo e de concentração de riqueza como para os países pobres, que precisam combater a exclusão social e elevar seus padrões de desenvolvimento."

Fonte: Revista Planeta Terra





Coração – A Ferramenta de Acesso à Sabedoria e Conhecimento do Universo


O coração é também o primeiro órgão formado no útero. 
O resto vem depois. 
Recentemente, neurofisiologistas ficaram surpresos ao descobrirem que o coração é mais um órgão de inteligência, do que (meramente) a estação principal de bombeamento do corpo. Mais da metade do Coração é na verdade composto de neurônios da mesma natureza daqueles que compõem o sistema cerebral. Joseph Chilton Pearce, autor de A biologia da Transcendência, chama a isto de ”o maior aparato biológico e a sede da nossa maior inteligência.”
 O coração também é a fonte do corpo de maior força no campo eletromagnético. Cada célula do coração é única e na qual não apenas pulsa em sintonia com todas as outras células do coração, mas também produz um sinal eletromagnético que se irradia para além da célula. Um EEG que mede as ondas cerebrais mostra que os sinais eletromagnéticos do coração são muito mais fortes do que as ondas cerebrais, de que uma leitura do espectro de frequência do coração podem ser tomadas a partir de três metros de distância do corpo … sem colocar eletrodos sobre ele!
A frequência eletromagnética do Coração produz arcos para fora do coração e volta na forma de um campo saliente e arredondado, como anéis de energia. O eixo desse anel do coração se estende desde o assoalho pélvico para o topo do crânio, e todo o campo é holográfico, o que significa que as informações sobre ele podem ser lidas a partir de cada ponto deste campo.
O anel eletromagnético do Coração não é a única fonte que emite este tipo de vibração. Cada átomo emite energia nesta mesma frequência. A Terra está também no centro de um anel, assim é o sistema solar e até mesmo nossa galáxia… e todos são holográficos. Os cientistas acreditam que há uma boa possibilidade de que haja apenas um anel universal abrangendo um número infinito e interagindo dentro do mesmo espectro. Como os campos eletromagnéticos são anéis holográficos, é mais do que provável que a soma total do nosso Universo esteja presente dentro do espectro de frequência de um único anel.
Isto significa que cada um de nós está ligado a todo o Universo e como tal, podemos acessar todas as informações dentro dele a qualquer momento. Quando ficamos quietos para acessar o que temos em nossos corações, nós estamos literalmente conectados à fonte ilimitada de Sabedoria do Universo, de uma forma que percebemos como “milagres” entrando em nossas vidas.
Quando desconectamos e nos desligamos da sabedoria inata de amor do Coração, baseado nos pensamentos, o intelecto refletido no ego assume o controle e opera independentemente do Coração, e nós voltamos para uma mentalidade de sobrevivência baseada no medo, ganância, poder e controle. Desta forma, passamos a acreditar que estamos separados, a nossa percepção de vida muda para uma limitação e escassez, e temos que lutar para sobreviver. Este órgão incrível, que muitas vezes ignoramos, negligenciamos  e construímos  muros ao redor, é onde podemos encontrar a nossa força, nossa fé, nossa coragem e nossa compaixão, permitindo que a nossa maior inteligência emocional guie nossas vidas.
 Devemos agora mudar as engrenagens para fora do estado baseado no medo mental que temos sido ensinados a acreditar, e nos movermos para viver centrados no coração. Para que esta transformação ocorra, é preciso aprender a meditar, “entrar em seu coração” e acessar a sabedoria interior do Universo. É a única maneira, é O Caminho. À medida que cada um de nós começa esta revolução tranquila de viver do Coração, vamos começar a ver os reflexos em nossas vidas e em nosso mundo. Esta é a forma como cada um de nós vai criar uma mudança no mundo, criar paz, criar harmonia e equilíbrio, e desta forma, vamos todos criar o Paradigma do Novo Mundo do Céu na Terra.

(Rebecca Cherry)




terça-feira, 3 de abril de 2012

Quem sabe isso quer dizer amor!

Boa tardee pessoas Liiindas!!!


Vou postar aqui pra vcs a letra e o vídeo de uma música Lindíssima do Milton Nascimento, interpretada pela cantora mineira Roberta Campos... 
vale a pena refletir nas palavras simples porém lindas que o poeta usou...
"quem sabe isso quer dizer amor..!"


"Cheguei a tempo de te ver acordar, eu vim correndo a frente do sol...
Abri a porta e antes de entrar, revi a vida inteira!
Pensei em tudo que é possível falar que sirva apenas para nós dois, sinais de bem desejos vitais, pequenos fragmentos de luz...
Falar da cor dos temporais, de céu azul das flores de abril...
Pensar além do bem do mal, lembrar de coisas que ninguém viu...
O mundo lá sempre a rodar, em cima dele tudo vale...
Quem sabe isso quer dizer amor, estrada de fazer o sonho acontecer!!!
Pensei no tempo e era tempo demais, e você olhou sorrindo pra mim... me acenou um beijo de paz, virou minha cabeça...
Eu simplesmente não consigo parar, lá fora o dia já clareou... Mas se você quiser transformar o ribeirão em braço de mar... você vai ter que encontrar aonde nasce a fonte do ser, e perceber meu coração bater mais forte só por você...
O mundo lá sempre a rodar... em cima dele tudo vale!!!
Quem sabe isso quer dizer amor, estrada de fazer o sonho acontecer...."







O Cerrado - Nosso Bioma!

Pirenópolis se encontra aos pés da Serra dos Pireneus, a 770 metros de altitude, a beira do Rio das Almas, bacia do Rio Tocantins. A Serra dos Pireneus tem seu ponto mais alto no Pico dos Pireneus, com 1385 metros de altitude e é divisor de águas da bacia do Prata com a Bacia do Tocantins. Pela proximidade da serra, a maior parte do relevo do município é de morros e encostas. Nas partes mais baixas, temos regiões de matas densas e veredas e nas partes mais altas da serra, o cerrado restrito e campos. Por causa disto, temos em Pirenópolis todos os tipos de fitofissionomias do Cerrado, que é o nosso bioma.
Esta diversidade fitofissionômica faz do Cerrado uma das maiores biodiversidades do mundo, principalmente no caráter florístico. Temos, então, todos os tipos de vegetação: campos limpos, úmidos ou secos, matas de galeria, matas mesofítica, veredas, cerradão e o cerrado sentido restrito (o famoso cerrado de arvorinhas retorcidas).
Porém, o Cerrado é o bioma nacional que mais sofre com o desmatamento, reduziu nos últimos 50 anos a mesma proporção que a Mata Atlânica levou 500 anos. Por ser o Cerrado nas maiorias das localidades plano, portanto apropriado para mecanização, tem servido de fronteira agrícola. Pirenópolis por ser uma região serrana e de topografia acidentada, imprópria para a mecanização e o cultivo, o Cerrado está sendo relativamente preservado.
Definição
O que é o Cerrado - O Cerrado é um bioma típico do continente sul americano. A principal caracteristica deste bioma se refere às estações climáticas, divididas em duas estações muito bem diferenciadas: a estação da seca e a estação das chuvas. Esta característica, que ocorre à milhões de anos, consolidou as formas de vida e a geologia do local. Há a predominância de latossolos ácidos e bem lixiviados. Reconhecida como uma espécie de savana, possui fauna e flora com características bem peculiares. Há um mosaico de tipos de solos que determinou um igual mosaico de tipos de vegetação, são as fitofisionomias, onde encontramos: campos, cerrados, matas e veredas num mesmo campo de visão. 
Clima 
Tropical sub-úmido com duas estações bem definidas: a estação das chuvas, que vai de outubro a março, e a da seca, que vai de abril a setembro. O município, por ser parte montanhoso, mantém algumas variações climáticas devido às altitudes. Com uma serra ladeando o lado leste do município em sentido sul-norte, bloquea em parte as correntes úmidas do sudeste de forte influência marítica. Recebe, por esta conformação de relevo, principalmente nas épocas das chuvas, umidade vinda do norte-noroeste, de origem amazônica. Os ventos predominantes são sudestes, que chegam por sobre a serra. Podendo ocorrer lufadas de vento de norte nos períodos das chuvas. Os períodos mais críticos são setembro/outubro quando a seca é forte e o sol começa a esquentar, e entre fevereiro e março, quando a umidade está muito alta e começa a esfriar. 
Aspectos físicos
Relevo - Pirenópolis se localiza bem no centro, ocupando partes altas do Planalto Central e partes baixa do Mato Grosso Goiano. Circundado do nordeste ao sul por serras, que são os contrafortes do Planalto, possui um relevo acidentado, que varia de cerca de 650 a 1400 metros de altitude. Portanto, temos: áreas altas com campos de altitude, inundáveis e semi-inundáveis e veredas (várzeas), de topografia suave; Paredões, escarpas e picos rochosos, com cerrados rupestres (sobre rochas); Vales abruptos com matas úmidas rodeadas de cerrado e campos; e planicies com cerradão e matas (úmidas e secas).
Abrangência - 22% do território brasileiro é ocupado por esse bioma, que abrange todo o Centro Oeste, invadindo parte do Sudeste, parte do Norte e parte do Nordeste brasileiro. Há uma mancha de cerrado nas Guianas. Apenas 2% deste bioma é composto de cerrado rupestre (sobre rochas). A transição entre o cerrado e a mata amazônica não é abrupta, fundem-se em manchas e no chamado mato grosso (matas semicaducifólias) até total transição por longo trecho ao norte. Ao sul o Planalto Central aparenta distinto limite, apesar de haver cerrado no norte de Minas e São Paulo.
Hidrografia - Por causa deste relevo acima descrito, a região é rica em nascentes. As serras, que cortam o município, são divisores de duas das maiores bacias hidrográficas brasileiras, a Platina, ao leste e sul, e a Tocantinense, ao oeste e norte. Portanto poucos são os rios caudalosos, principalmente próximo à cidade, que fica próxima a serra. Mais ao norte e noroeste do município temos rios mais volumosos, como o Rios das Almas, o Rio do Peixe e o Maranhão.
      Fitofisionomias
   Matas úmidas - São matas que acompanham os córregos e rios. Conhecidas também como matas de galeria ou mata ciliar, mantém sua folhagem sempre verde durante todo o ano. As principais espécies de mata úmida são normalmente árvores frondosas de tronco liso e folhas pequenas. como: tamboril, jatobá-da-mata, canela-de-grota, jequitibá, palmito-jussara etc.As fitofisionomias, que são os tipos de vegetação, é uma das características mais marcantes do Cerrado. As principais são:
Matas secas - São matas que ficam mais afastadas dos cursos d'água. Conhecidade como matas de interflúvio e florestas semi-decídua. Tem este nome, devido a partes de suas espécies perderam folhas durante o período de seca. As principais espécies são árvores frondosas: aroeira, ipê, pindaíba, pau-d'óleo, umburuçu etc.
Cerradão - Vegetação de transição entre a mata-seca e o cerrado, podendo ser confundido com ambos. Possui árvores frondosas de matas com espécies tortuosas de cerrado. Vegetação de porte sub-arbóreo e de densidade média-alta.
Cerrado - Conhecido também como campo cerrado e cerrado sentido estrito. É aquele que mais representa este bioma. Espécies vegetais arbustivas, bastante tortuosas, raízes profundas, cascas grossas, folhas largas são suas principais características. Possui densidade média e uma peguena, mas significante, população de gramíneas e erbáceas. ex: pau-terra, pau-santo, pequizeiro, carvoeiro, barbatimão etc.
Campo sujo - Ou cerrado ralo. Onde a densidade de gramíneas e plantas erbáceas é maior que as arbustivas. Além das gramíneas, as mesmas espécies do cerrado podem habitar os campos sujos. Há animais típicos de campos, como as emas, seriemas, lobo-guarás etc.
Campo limpo - Onde praticamente não há arbustos. As espécies que predominam são gramínias e ervas rasteiras. Normalmente são solos rasos, arenosos, e bastante pobres. Nesta classificação encontramos os campos inundáveis: que, por possuir solo raso e argilas higromórficas armazenam água durante o período das águas e as retem durante um bom período de seca; e os campos de muruduns: campos com pequenas ilhas de vegetação arbustivas que são formadas pela atividade de cupinzeiros.
Veredas - Também conhecidas com várzea ou várgem. São pequenos cursos e nascentes d'águas, que circundados por campos ou cerrados ralos, possuem uma vegetação hidrida em torno destes córregos, marcada pela presença de palmeiras, como buritis, e espécies de mata e de campo.
Cerrado rupestre - São cerrados nascidos sobre rochas, podendo ser ralo ou denso. São espécies típicas: flor do pau, árvore do papel, cajú, clusia, guatambu, bromélias, orquídes, líquens, musgos etc.
       Geomorfologia
    Geologia - A rocha predominante em nossa região é o quartizito micáceo, uma rocha sedimentar de metamorfização branda com alto teor de silíca, alumínio e ferro. Esta rocha é comercializada para a construção civil,que a utiliza para pisos e revestimentos, sendo a principal fonte de renda do município. Existe pouquíssimas ocorrências de arenitos e filitos, mas há. Havia até um garimpo de esmeralda no xisto betuminoso encontrado a poucos quilômetros da cidade, onde encontramos e presença de outros tipos de berilos, piritas, rutilo etc. A presença de cristais de quartzo é abundante, mas não de forma valiosa para o comércio, como cristal translúcido. O ouro já há muito retirado de nossos aluviões, ainda é encontrado em alguns poucos garimpos clandestinos. No mais, é quartizito, quartizito e mais quartzitos, rocha de alta dureza.
   Origem - A formação geológica da região e de quase todo o interior do Brasil e bioma cerrado é datado do período pré-cambriano, cerca de 1,100 a 1,500 bilhões de anos. Considerado como uma das rochas mais antigas do planeta. De formação sedimentar, estas rochas metamórficas são, aqui em Pirenópolis, na sua maioria quartizíticas. A teoria é que neste período provenientes da erosão de um antigo continente, sedimentos foram se consolidando no funco de um mar, dando origem a placa tectônica de São Francisco, que engloba todo o continente sul-americano. Por volta de 1 bilhão de anos atrás, isto se ergueu do mar formando o continente. Neste longo período, esta sólida estrutura cristalina, foi sendo cercada de mar e atingida por grandes intempéries. A parte central, que é o local de nosso estudo, distante do mar, passou por períodos distintos de secas e chuvas, que cavaram os vãos dos grande rios continentais como o São Francisco; o Rio Grande; O Tocantins e Araguaia; o Pantanal, Paraguai e Paraná; o Amazonas e todos os seus afluentes, moldando rochas, formando solos e propiciando a formação de vida em nosso continente.

Fonte: www.pirenopolis.tur.br