Blog da Cê...
quinta-feira, 3 de maio de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Eu me amo!
Quando me amei de
verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar
certo, na hora certa, no momento exato.
E,então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima!
Quando me amei de verdade,pude perceber que a minha angústia,meu sofrimento emocional não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade!
Quando me amei de verdade, parei de desejar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de ... Amadurecimento!
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesma.
Hoje sei que o nome disso é ... Respeito!
Quando me amei de verdade,comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável...Pessoas ,tarefas,tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio!
Quando me amei de verdade,deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima!
Quando me amei de verdade,pude perceber que a minha angústia,meu sofrimento emocional não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade!
Quando me amei de verdade, parei de desejar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de ... Amadurecimento!
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesma.
Hoje sei que o nome disso é ... Respeito!
Quando me amei de verdade,comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável...Pessoas ,tarefas,tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio!
Quando me amei de verdade,deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos.
Abandonei
os projetos megalômanos de futuro.
Hoje
o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade!
Quando me amei de verdade,desisti de querer ter sempre razão e, com isso,errei menos vezes.
Hoje sei que isso é... Simplicidade!
Quando me amei de verdade,desisti de querer ter sempre razão e, com isso,errei menos vezes.
Hoje
descobri a... Humildade.!
Quando me amei de verdade, desisti de ficar vivendo o passado e de me preocupar com o futuro.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar vivendo o passado e de me preocupar com o futuro.
Agora,
me mantenho no presente,
que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez.
que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez.
Isso
é ... Plenitude!
Quando me amei de verdade,percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar.
Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração,ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é...SABER VIVER!
Quando me amei de verdade,percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar.
Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração,ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é...SABER VIVER!
terça-feira, 17 de abril de 2012
10 Coisas Que Você Deve Saber Sobre... Água
1. Apesar de nosso
planeta ter grande porcentagem de água, verificamos que apenas 2,7% é de água
doce e apropriada para o consumo humano, enquanto que nos mares e oceanos, tem
quase 97,3% e o restante é água existente nas geleiras e icebergs. Neste
cenário temos o registro de que mais de um bilhão de pessoas não dispõem de
água potável e 25 mil entre elas morrem diariamente, devido à má qualidade das
águas que usam e tomam.
2. A água tem uma série de funções no organismo dos seres vivos - atua como solvente universal pois as reações químicas de natureza biológica se desenvolvem em soluções; é um importante veículo de transporte de substâncias permitindo o intercâmbio de substâncias entre as células; exerce um papel lubrificante entre os ossos contribuindo para diminuir o atrito nessas regiões; é imprescindível para que ocorra o processo de fotossíntese nas plantas.
3. A principal fonte de geração de energia elétrica no Brasil, provêm da água. Para isso, os rios são represados e a força da queda d'água movimenta as turbinas, gerando eletricidade. No Brasil, está a maior usina hidrelétrica do mundo, a de Itaipu, no Paraná, construída e administrada em conjunto com o Paraguai.
4. A quantidade de água é sempre a mesma desde quando surgiu no planeta Terra há bilhões de anos. Isto é possível graças ao sistema natural conhecido como ciclo da água que ocorre da com a evaporação da água dos rios, lagos, mares e também do organismo dos seres vivos. O vapor d’água atinge um certo nível da atmosfera, onde as temperaturas são mais baixas e se condensa, formando as nuvens. Nas nuvens, o vapor de água condensa-se formando gotículas, que permanecem em suspensão na atmosfera. Estas gotículas, sob certas condições, agregam-se formando gotas maiores que precipitam-se, ou seja, chove. A chuva pode seguir dois caminhos, ela pode infiltrar-se e formar um aquífero ou um lençol freático ou pode simplesmente escoar superficialmente até chegar a um rio, lago ou oceano, onde o ciclo continua.
5. Os aquíferos são reservatórios subterrâneos formados pelas águas das chuvas, neves, neblinas e geadas que fluem pelos poros das rochas. Estas formações correspondem hoje a 97% de toda a água doce encontrada no planeta. Existem reservatórios com vários metros de espessura, outros com quilômetros de extensão e os que possuem pouca ou centenas de metros de profundidade. O Aquífero Guarani (também conhecido como Botucatu), o maior do mundo, possui água suficiente para abastecer a população mundial por mais de 300 anos. A maior parte do Aquífero Guarani está no centro-sudoeste do Brasil.
6. A matéria orgânica (como fezes, papéis, restos de comida) despejada na água, principalmente dos rios, alimenta as bactérias decompositoras. Quanto maior a quantidade de matéria orgânica, maior a população desses microrganismos decompositores e, portanto, maior a quantidade de oxigênio que eles consomem. Quando o oxigênio desaparece da água morrem todos os seres vivos que dependem dele, inclusive bactérias. Restam apenas aquelas bactérias que não precisam do oxigênio para sobreviver: as bactérias anaeróbicas, que são as bactérias que fazem a respiração sem oxigênio, através de um processo chamado quimiossíntese. A presença dessas bactérias na água de um rio é um forte indício de que ele está praticamente morto.
7. Uma das mais importantes utilizações da água é a irrigação, tão necessária principalmente em regiões secas. Porém, se não for feito um planejamento adequado de sistema de irrigação, os recursos hídricos disponíveis na região são usados em excesso, não dando tempo para que eles se renovem. Outra situação se dá quando a água é retirada e retorna para o sistema hídrico de forma imprópria em que não pode ser reutilizada pois a água usada na irrigação é constantemente contaminada por sais, pesticidas e herbicidas.
8. Em grande quantidade, a água adquire coloração azulada. É o que acontece com o mar, que geralmente é azul. A cor do mar, no entanto, pode variar em função de diversos fatores. Um dos principais é a presença de substâncias suspensas na água. As águas azuis contêm pouquíssimas substâncias em suspensão. À medida que aumenta a quantidade de partículas, a água muda de cor, passando pelo verde, até chegar ao marrom. Em alto-mar, como as partículas ficam no fundo, não chegando à superfície, a cor é sempre azul. Daí veio a palavra oceano, que se originou do latim oceano, que significa azul. Quando o mar tem a coloração verde é porque contém muito material e muitos seres vivos em suspensão na água, que podem ser algas e minerais.
9. Lençol freático é a água subterrânea que preenche todos os espaços porosos e permeáveis das rochas ou dos solos. Esses lençóis estão baixando dezenas de metros em várias partes do mundo, exigindo a escavação de poços cada vez mais profundos. Na Índia, há regiões em que os excessos no bombeamento do lençol freático fizeram com que seus níveis descessem até 40 metros. Por esta razão, agravou-se as disparidades sociais, por privar os produtores rurais mais pobres do acesso à água, que só é possível para quem pode pagar pelos equipamentos de perfuração.
10. Um dos grandes riscos com a perda de água pelo organismo é a desidratação. A desidratação consiste na perda de água e de sais minerais pelo organismo, numa quantidade que prejudica suas funções vitais; o doente, portanto, corre risco de vida. Neste caso, ele precisa ser hospitalizado para repor a água e os sais minerais que perdeu. A reposição é feita através de soro. A diarreia, principalmente em crianças, pode levar à desidratação. Isso pode ser evitado usando-se o soro caseiro.
Fonte: www.aguasemendadas.com
2. A água tem uma série de funções no organismo dos seres vivos - atua como solvente universal pois as reações químicas de natureza biológica se desenvolvem em soluções; é um importante veículo de transporte de substâncias permitindo o intercâmbio de substâncias entre as células; exerce um papel lubrificante entre os ossos contribuindo para diminuir o atrito nessas regiões; é imprescindível para que ocorra o processo de fotossíntese nas plantas.
3. A principal fonte de geração de energia elétrica no Brasil, provêm da água. Para isso, os rios são represados e a força da queda d'água movimenta as turbinas, gerando eletricidade. No Brasil, está a maior usina hidrelétrica do mundo, a de Itaipu, no Paraná, construída e administrada em conjunto com o Paraguai.
4. A quantidade de água é sempre a mesma desde quando surgiu no planeta Terra há bilhões de anos. Isto é possível graças ao sistema natural conhecido como ciclo da água que ocorre da com a evaporação da água dos rios, lagos, mares e também do organismo dos seres vivos. O vapor d’água atinge um certo nível da atmosfera, onde as temperaturas são mais baixas e se condensa, formando as nuvens. Nas nuvens, o vapor de água condensa-se formando gotículas, que permanecem em suspensão na atmosfera. Estas gotículas, sob certas condições, agregam-se formando gotas maiores que precipitam-se, ou seja, chove. A chuva pode seguir dois caminhos, ela pode infiltrar-se e formar um aquífero ou um lençol freático ou pode simplesmente escoar superficialmente até chegar a um rio, lago ou oceano, onde o ciclo continua.
5. Os aquíferos são reservatórios subterrâneos formados pelas águas das chuvas, neves, neblinas e geadas que fluem pelos poros das rochas. Estas formações correspondem hoje a 97% de toda a água doce encontrada no planeta. Existem reservatórios com vários metros de espessura, outros com quilômetros de extensão e os que possuem pouca ou centenas de metros de profundidade. O Aquífero Guarani (também conhecido como Botucatu), o maior do mundo, possui água suficiente para abastecer a população mundial por mais de 300 anos. A maior parte do Aquífero Guarani está no centro-sudoeste do Brasil.
6. A matéria orgânica (como fezes, papéis, restos de comida) despejada na água, principalmente dos rios, alimenta as bactérias decompositoras. Quanto maior a quantidade de matéria orgânica, maior a população desses microrganismos decompositores e, portanto, maior a quantidade de oxigênio que eles consomem. Quando o oxigênio desaparece da água morrem todos os seres vivos que dependem dele, inclusive bactérias. Restam apenas aquelas bactérias que não precisam do oxigênio para sobreviver: as bactérias anaeróbicas, que são as bactérias que fazem a respiração sem oxigênio, através de um processo chamado quimiossíntese. A presença dessas bactérias na água de um rio é um forte indício de que ele está praticamente morto.
7. Uma das mais importantes utilizações da água é a irrigação, tão necessária principalmente em regiões secas. Porém, se não for feito um planejamento adequado de sistema de irrigação, os recursos hídricos disponíveis na região são usados em excesso, não dando tempo para que eles se renovem. Outra situação se dá quando a água é retirada e retorna para o sistema hídrico de forma imprópria em que não pode ser reutilizada pois a água usada na irrigação é constantemente contaminada por sais, pesticidas e herbicidas.
8. Em grande quantidade, a água adquire coloração azulada. É o que acontece com o mar, que geralmente é azul. A cor do mar, no entanto, pode variar em função de diversos fatores. Um dos principais é a presença de substâncias suspensas na água. As águas azuis contêm pouquíssimas substâncias em suspensão. À medida que aumenta a quantidade de partículas, a água muda de cor, passando pelo verde, até chegar ao marrom. Em alto-mar, como as partículas ficam no fundo, não chegando à superfície, a cor é sempre azul. Daí veio a palavra oceano, que se originou do latim oceano, que significa azul. Quando o mar tem a coloração verde é porque contém muito material e muitos seres vivos em suspensão na água, que podem ser algas e minerais.
9. Lençol freático é a água subterrânea que preenche todos os espaços porosos e permeáveis das rochas ou dos solos. Esses lençóis estão baixando dezenas de metros em várias partes do mundo, exigindo a escavação de poços cada vez mais profundos. Na Índia, há regiões em que os excessos no bombeamento do lençol freático fizeram com que seus níveis descessem até 40 metros. Por esta razão, agravou-se as disparidades sociais, por privar os produtores rurais mais pobres do acesso à água, que só é possível para quem pode pagar pelos equipamentos de perfuração.
10. Um dos grandes riscos com a perda de água pelo organismo é a desidratação. A desidratação consiste na perda de água e de sais minerais pelo organismo, numa quantidade que prejudica suas funções vitais; o doente, portanto, corre risco de vida. Neste caso, ele precisa ser hospitalizado para repor a água e os sais minerais que perdeu. A reposição é feita através de soro. A diarreia, principalmente em crianças, pode levar à desidratação. Isso pode ser evitado usando-se o soro caseiro.
Fonte: www.aguasemendadas.com
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Rio + 20 - Cenário para o sonho
Vinte anos depois da Eco-92, a maior conferência da história da ONU, a
Rio mais 20 reinjeta ânimo na agenda da sustentabilidade e tenta frear a
degradação do planeta.
Abril e junho
de 2012 serão meses de forte simbolismo para quem se preocupa com a crise
contemporânea. Em abril de 1987, há 25 anos, a ex-primeira-ministra da Noruega,
Gro Harlem Brundtland, apresentava à Assembleia Geral das Nações Unidas, em
Nova York, o relatório Nosso Futuro Comum, que trouxe o tema do
desenvolvimento sustentável para a discussão global. E, há 20 anos,
realizava-se, no Rio de Janeiro, a Cúpula da Terra, a Eco-92, a maior
conferência já promovida pela ONU.
De 20 a 22 de
junho, o Rio será palco de mais um grande evento sobre sustentabilidade, a Rio
mais 20. Espera-se a presença de 100 chefes de Estado e de milhares de
representantes de empresas, agências multilaterais e entidades civis. Há dois
grandes temas na pauta: a transição para uma economia verde socialmente
inclusiva e uma reforma da ONU para a criação de um novo órgão, a Organização
Mundial do Meio Ambiente (Omma).
Na Eco-92 foram adotadas importantes convenções internacionais - como a
Convenção do Clima e a Convenção sobre Diversidade Biológica -, além da Agenda
21, com um programa de ações pelo desenvolvimento sustentável. A Rio+20 não
aprovará nenhum documento desse porte, mas mapeará as (muitas) lacunas no
cumprimento dos acordos firmados desde 1992, definindo medidas para preenchê-
las. Será, também, a primeira conferência ambiental da ONU a discutir
modificações na economia e processos de produção e consumo mais limpos, que
respeitem os direitos humanos. Em paralelo à reunião no Rio Centro, na Barra da
Tijuca, no centro da cidade, entre 16 e 19 de junho, no Aterro do Flamengo e na
Praça Mauá, será realizada a Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental,
promovida por milhares de ONGs para fazer avançar o multilateralismo ambiental
no planeta.
Apesar de os críticos proclamarem que pouco se fez na prática, desde a Eco-92,
é inegável que o ativismo pela sustentabilidade alargou sua atuação. Temas
relacionados ao meio ambiente e à sustentabilidade tornaram-se itens
obrigatórios de escolas, governos, institutos de pesquisa e empresas.
"Há
20 anos seria inimaginável uma empresa preocupar-se com o estabelecimento de
metas de redução de gases de efeito estufa, ou reutilizar água, aproveitar
resíduos ou direcionar negócios para a base da pirâmide social", nota
Marina Grossi, presidente-executiva do Conselho Empresarial Brasileiro para o
Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), que congrega 72 grandes companhias
brasileiras.
Em novembro, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma)
lançou o relatório De olho no meio ambiente em mutação: do Rio à Rio+20,
uma coleção de dados sobre a evolução dos indicadores ambientais e econômicos
nas duas últimas décadas. O relatório mostra, por exemplo, que entre 1992 e
2009 as empresas eliminaram a geração de 93% dos gases poluidores responsáveis
pelo buraco na camada de ozônio, cumprindo com as obrigações do Protocolo de
Montreal. Hoje, o problema do buraco de ozônio está praticamente resolvido.
Também houve progresso na disseminação das energias renováveis, embora elas
representem apenas 16% da matriz energética mundial. O consumo de energia
eólica saltou 6.000%, a fonte solar cresceu 30.000%, o uso de biocombustíveis
aumentou 3.500% e o de biodiesel, 300.000%. Outros avanços destacados pelo estudo:
a área da agricultura orgânica cresce 13% ao ano e o público do ecoturismo
aumenta a uma taxa três vezes superior à do turismo de massa.
"Não estamos
na velocidade necessária, mas houve, sim, um grande avanço na governança
ambiental global. Hoje, o Brasil tem políticas para reduzir emissões de carbono
e já aceita metas compulsórias para 2020", diz Suzana Khan, subsecretária
de Economia Verde do Rio de Janeiro.
Ao longo de 20 anos, a agenda do desenvolvimento sustentável acumula um
calhamaço de tratados, declarações, estudos e algumas leis para a adoção de
tecnologias limpas e o engajamento de empresas, governos e entidades sociais. É
preocupante para o futuro, contudo, que os principais líderes do movimento pela
sustentabilidade acenem com uma avaliação pessimista dos seus efeitos práticos.
Mesmo Achim Steiner, economista russo nascido no Brasil e diretor-executivo do
Pnuma, não parece entusiasmado com os resultados. "Embora tenha havido
muitos avanços, a escala e a velocidade da degradação ambiental superam as
respostas dadas desde 1992", disse à PLANETA. Ele ilustra sua preocupação
com dados do relatório que o Pnuma publicou em novembro. Desde o início da
década de 1990, as emissões de carcarbono aumentaram 36%, o número de espécies
declinou 30% nos trópicos, as florestas nativas perderam cerca de 300 milhões
de hectares, o número de megacidades (aglomerações urbanas com mais de 10
milhões de habitantes) subiu 110% e o uso de fertilizantes na agricultura
cresceu 35%, entre outros tantos indicadores desanimadores. "Seria falso
dizer que o mundo fracassou nestes últimos 20 anos. Mas seria fantasia afirmar
que estamos implementando o desenvolvimento sustentável nos países e na
economia", admite o diretor do Pnuma.
Na Convenção do Clima, só os países da União Europeia chegaram próximos de cumprir as metas do Protocolo de Kyoto." Feldmann vê o aumento das emissões de gases-estufa, em quase todos os países, como um sinal de fracasso dos acordos da Eco-92. "Mesmo a meta fixada pela Conferência do Clima de Copenhague, em 2009, de estabilizar o acréscimo na temperatura do planeta em 2º Celsius, está se tornando inviável.
Na Convenção do Clima, só os países da União Europeia chegaram próximos de cumprir as metas do Protocolo de Kyoto." Feldmann vê o aumento das emissões de gases-estufa, em quase todos os países, como um sinal de fracasso dos acordos da Eco-92. "Mesmo a meta fixada pela Conferência do Clima de Copenhague, em 2009, de estabilizar o acréscimo na temperatura do planeta em 2º Celsius, está se tornando inviável.
A primeira versão da declaração, divulgada em janeiro, toca em tópicos
importantes, mas peca por ser excessivamente genérica e ignorar a necessidade
de mecanismos financeiros de longo prazo, que ajudem os países emergentes a
combater a pobreza e a adotar tecnologias de baixo carbono e mais eficientes no
uso de recursos naturais. "Minha expectativa é de que a conferência saia
da retórica, estabelecendo compromissos mensuráveis e mecanismos de
monitoração. Aquilo que não se mede, não tem como ser gerido", afirma Suzana
Khan.
Trabalha-se para que a agenda mínima contenha quatro itens: Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável (ODS), Produto Interno Bruto verde, uma fonte de
apoio financeiro global e a criação da Organização Mundial do Meio Ambiente. Os
ODS seriam estabelecidos em complemento ao antigo programa dos Objetivos de
Desenvolvimento do Milênio, valendo a partir de 2015, com metas específicas
para serem alcançadas até 2030 e indicadores para medir o cumprimento.
Contemplariam temas como padrões de produção e consumo, proteção de oceanos,
segurança alimentar, agricultura sustentável, energia sustentável, acesso e
eficiência no uso da água, cidades sustentáveis, emprego verde, trabalho
decente e inclusão social e redução de desastres ambientais.
No caso do PIB verde, a ideia é solicitar ao secretário-geral da ONU que promova consultas para definir o novo indicador. Nele seria descontada do cálculo a riqueza gerada à custa da poluição dos rios ou da emissão de carbono além de um certo limite. Produtos fabricados com o uso de energia eólica passariam a ter maior peso na conta do que os derivados de indústrias cuja energia fosse gerada em termelétricas a carvão.
Quanto ao financiamento, a primeira versão da declaração da Rio+20
limita-se a reafirmar a necessidade de os países desenvolvidos cumprirem a
destinação de 0,7% de seu Produto Nacional Bruto à Assistência Oficial ao
Desenvolvimento (ODA, em inglês). A promessa foi assumida na ONU em 1970 e
reafirmada na cúpula mundial de 2000 que estabeleceu os Objetivos do Milênio.
Mas só cinco países a cumpriram - Dinamarca, Holanda, Luxemburgo, Noruega e
Suécia. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico,
apenas 0,32% da renda nacional acumulada dos países ricos foi remetida às nações
em desenvolvimento em 2010, na forma de ODA.
De 1992 a 2012 a coisa piorou... ...mas também houve avanços!
"Precisamos de um mecanismo financeiro adicional para transitar para
a economia verde. Uma fonte poderia ser uma taxação sobre as transações
financeiras globais", defende Aron Belinky, coordenador de processos
internacionais do Instituto Vitae Civilis. O tributo será uma das principais
bandeiras da Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental, que reunirá
milhares de ativistas no centro do Rio. Além do imposto sobre operações
financeiras, o evento no Aterro do Flamengo, inspirado no Fórum Global de 1992,
insistirá na necessidade de a conferência oficial tocar o dedo na ferida da
desigualdade.
"Não adianta só esverdear a economia com tecnologia e
energias renováveis. O sucesso da Rio+20 estará em obter um compromisso contra
a desigualdade que se reflita até no próprio funcionamento dos mercados",
adverte Ricardo Abramovay, professor da Faculdade de Economia e Administração
da USP. O combate à desigualdade extrapola a luta contra a pobreza, questionando
os padrões de consumo dos países ricos e das classes privilegiadas. "É
fundamental cortar significativamente o consumo do topo da pirâmide para que os
mais pobres possam melhorar suas condições de vida, mesmo que isso implique
algum aumento nas emissões de carbono", diz Abramovay. A ex-senadora Marina
Silva concorda: "É um desafio muito grande para ambos, tanto para os
países que precisam reduzir seu padrão de consumo e de concentração de riqueza
como para os países pobres, que precisam combater a exclusão social e elevar
seus padrões de desenvolvimento."
Coração – A Ferramenta de Acesso à Sabedoria e Conhecimento do Universo
O coração é também o
primeiro órgão formado no útero.
O resto vem depois.
Recentemente,
neurofisiologistas ficaram surpresos ao descobrirem que o coração é mais um
órgão de inteligência, do que (meramente) a estação principal de bombeamento do
corpo. Mais da metade do Coração é na verdade composto de neurônios da mesma
natureza daqueles que compõem o sistema cerebral. Joseph Chilton Pearce, autor
de A biologia da
Transcendência, chama a isto de ”o maior aparato biológico e a sede
da nossa maior inteligência.”
O
coração também é a fonte do corpo de maior força no campo eletromagnético. Cada
célula do coração é única e na qual não apenas pulsa em sintonia com todas as
outras células do coração, mas também produz um sinal eletromagnético que se
irradia para além da célula. Um EEG que mede as ondas cerebrais mostra que
os sinais eletromagnéticos do coração são muito mais fortes do que as ondas
cerebrais, de que uma leitura do espectro de frequência do coração podem ser
tomadas a partir de três metros de distância do corpo … sem colocar eletrodos
sobre ele!
A frequência eletromagnética do Coração produz arcos para fora do coração e
volta na forma de um campo saliente e arredondado, como anéis de energia. O
eixo desse anel do coração se estende desde o assoalho pélvico para o topo do
crânio, e todo o campo é holográfico, o que significa que as informações sobre
ele podem ser lidas a partir de cada ponto deste campo.
O anel eletromagnético do Coração não é a única fonte que emite este tipo de
vibração. Cada átomo emite energia nesta mesma frequência. A Terra
está também no centro de um anel, assim é o sistema solar e até mesmo nossa
galáxia… e todos são holográficos. Os cientistas acreditam que há uma boa
possibilidade de que haja apenas um anel universal abrangendo um número
infinito e interagindo dentro do mesmo espectro. Como os campos
eletromagnéticos são anéis holográficos, é mais do que provável que a soma
total do nosso Universo esteja presente dentro do espectro de frequência de um
único anel.
Isto significa que cada um de nós está ligado a todo o Universo e como tal,
podemos acessar todas as informações dentro dele a qualquer
momento. Quando ficamos quietos para acessar o que temos em nossos
corações, nós estamos literalmente conectados à fonte ilimitada de Sabedoria do
Universo, de uma forma que percebemos como “milagres” entrando em nossas vidas.
Quando desconectamos e nos desligamos da sabedoria inata de amor do Coração,
baseado nos pensamentos, o intelecto refletido no ego assume o controle e opera
independentemente do Coração, e nós voltamos para uma mentalidade de sobrevivência
baseada no medo, ganância, poder e controle. Desta forma, passamos a
acreditar que estamos separados, a nossa percepção de vida muda para uma
limitação e escassez, e temos que lutar para sobreviver. Este órgão incrível,
que muitas vezes ignoramos, negligenciamos e construímos muros ao
redor, é onde podemos encontrar a nossa força, nossa fé, nossa coragem e nossa
compaixão, permitindo que a nossa maior inteligência emocional guie nossas
vidas.
Devemos agora mudar as engrenagens para fora do estado baseado no medo mental
que temos sido ensinados a acreditar, e nos movermos para viver centrados no
coração. Para que esta transformação ocorra, é preciso aprender a meditar,
“entrar em seu coração” e acessar a sabedoria interior do Universo. É a
única maneira, é O Caminho.
À medida que cada um de nós começa esta revolução tranquila de viver do
Coração, vamos começar a ver os reflexos em nossas vidas e em nosso mundo. Esta
é a forma como cada um de nós vai criar uma mudança no mundo, criar paz, criar
harmonia e equilíbrio, e desta forma, vamos todos criar o Paradigma do Novo
Mundo do Céu na Terra.
(Rebecca Cherry)
terça-feira, 3 de abril de 2012
Quem sabe isso quer dizer amor!
Boa tardee pessoas Liiindas!!!
Vou postar aqui pra vcs a letra e o vídeo de uma música Lindíssima do Milton Nascimento, interpretada pela cantora mineira Roberta Campos...
vale a pena refletir nas palavras simples porém lindas que o poeta usou...
"quem sabe isso quer dizer amor..!"
"Cheguei a tempo de te ver acordar, eu vim correndo a frente do sol...
Abri a porta e antes de entrar, revi a vida inteira!
Pensei em tudo que é possível falar que sirva apenas para nós dois, sinais de bem desejos vitais, pequenos fragmentos de luz...
Falar da cor dos temporais, de céu azul das flores de abril...
Pensar além do bem do mal, lembrar de coisas que ninguém viu...
O mundo lá sempre a rodar, em cima dele tudo vale...
Quem sabe isso quer dizer amor, estrada de fazer o sonho acontecer!!!
Pensei no tempo e era tempo demais, e você olhou sorrindo pra mim... me acenou um beijo de paz, virou minha cabeça...
Eu simplesmente não consigo parar, lá fora o dia já clareou... Mas se você quiser transformar o ribeirão em braço de mar... você vai ter que encontrar aonde nasce a fonte do ser, e perceber meu coração bater mais forte só por você...
O mundo lá sempre a rodar... em cima dele tudo vale!!!
Quem sabe isso quer dizer amor, estrada de fazer o sonho acontecer...."
Vou postar aqui pra vcs a letra e o vídeo de uma música Lindíssima do Milton Nascimento, interpretada pela cantora mineira Roberta Campos...
vale a pena refletir nas palavras simples porém lindas que o poeta usou...
"quem sabe isso quer dizer amor..!"
"Cheguei a tempo de te ver acordar, eu vim correndo a frente do sol...
Abri a porta e antes de entrar, revi a vida inteira!
Pensei em tudo que é possível falar que sirva apenas para nós dois, sinais de bem desejos vitais, pequenos fragmentos de luz...
Falar da cor dos temporais, de céu azul das flores de abril...
Pensar além do bem do mal, lembrar de coisas que ninguém viu...
O mundo lá sempre a rodar, em cima dele tudo vale...
Quem sabe isso quer dizer amor, estrada de fazer o sonho acontecer!!!
Pensei no tempo e era tempo demais, e você olhou sorrindo pra mim... me acenou um beijo de paz, virou minha cabeça...
Eu simplesmente não consigo parar, lá fora o dia já clareou... Mas se você quiser transformar o ribeirão em braço de mar... você vai ter que encontrar aonde nasce a fonte do ser, e perceber meu coração bater mais forte só por você...
O mundo lá sempre a rodar... em cima dele tudo vale!!!
Quem sabe isso quer dizer amor, estrada de fazer o sonho acontecer...."
O Cerrado - Nosso Bioma!
Pirenópolis se encontra aos pés da Serra dos
Pireneus, a 770 metros de altitude, a beira do Rio das Almas, bacia do Rio
Tocantins. A Serra dos Pireneus tem seu ponto mais alto no Pico dos Pireneus,
com 1385 metros de altitude e é divisor de águas da bacia do Prata com a Bacia
do Tocantins. Pela proximidade da serra, a maior parte do relevo do município é
de morros e encostas. Nas partes mais baixas, temos regiões de matas densas e
veredas e nas partes mais altas da serra, o cerrado restrito e campos. Por causa
disto, temos em Pirenópolis todos os tipos de fitofissionomias do Cerrado, que
é o nosso bioma.
Esta
diversidade fitofissionômica faz do Cerrado uma das maiores biodiversidades do
mundo, principalmente no caráter florístico. Temos, então, todos os tipos de
vegetação: campos limpos, úmidos ou secos, matas de galeria, matas mesofítica,
veredas, cerradão e o cerrado sentido restrito (o famoso cerrado de arvorinhas
retorcidas).
Porém,
o Cerrado é o bioma nacional que mais sofre com o desmatamento, reduziu nos
últimos 50 anos a mesma proporção que a Mata Atlânica levou 500 anos. Por ser o
Cerrado nas maiorias das localidades plano, portanto apropriado para
mecanização, tem servido de fronteira agrícola. Pirenópolis por ser uma região
serrana e de topografia acidentada, imprópria para a mecanização e o cultivo, o
Cerrado está sendo relativamente preservado.
Definição
O que é o Cerrado -
O Cerrado é um bioma típico do continente sul americano. A principal
caracteristica deste bioma se refere às estações climáticas, divididas em duas
estações muito bem diferenciadas: a estação da seca e a estação das chuvas. Esta
característica, que ocorre à milhões de anos, consolidou as formas de vida e a
geologia do local. Há a predominância de latossolos ácidos e bem lixiviados.
Reconhecida como uma espécie de savana, possui fauna e flora com
características bem peculiares. Há um mosaico de tipos de solos que determinou
um igual mosaico de tipos de vegetação, são as fitofisionomias, onde
encontramos: campos, cerrados, matas e veredas num mesmo campo de visão.
Clima
Tropical sub-úmido com
duas estações bem definidas: a estação das chuvas, que vai de outubro a março,
e a da seca, que vai de abril a setembro. O município, por ser parte
montanhoso, mantém algumas variações climáticas devido às altitudes. Com uma
serra ladeando o lado leste do município em sentido sul-norte, bloquea em parte
as correntes úmidas do sudeste de forte influência marítica. Recebe, por esta
conformação de relevo, principalmente nas épocas das chuvas, umidade vinda do
norte-noroeste, de origem amazônica. Os ventos predominantes são sudestes, que
chegam por sobre a serra. Podendo ocorrer lufadas de vento de norte nos
períodos das chuvas. Os períodos mais críticos são setembro/outubro quando a
seca é forte e o sol começa a esquentar, e entre fevereiro e março, quando a
umidade está muito alta e começa a esfriar.
Aspectos físicos
Relevo - Pirenópolis se localiza bem no centro,
ocupando partes altas do Planalto Central e partes baixa do Mato Grosso Goiano.
Circundado do nordeste ao sul por serras, que são os contrafortes do Planalto,
possui um relevo acidentado, que varia de cerca de 650 a 1400 metros de
altitude. Portanto, temos: áreas altas com campos de altitude, inundáveis e
semi-inundáveis e veredas (várzeas), de topografia suave; Paredões, escarpas e
picos rochosos, com cerrados rupestres (sobre rochas); Vales abruptos com matas
úmidas rodeadas de cerrado e campos; e planicies com cerradão e matas (úmidas e
secas).
Abrangência - 22% do
território brasileiro é ocupado por esse bioma, que abrange todo o Centro
Oeste, invadindo parte do Sudeste, parte do Norte e parte do Nordeste
brasileiro. Há uma mancha de cerrado nas Guianas. Apenas 2% deste bioma é
composto de cerrado rupestre (sobre rochas). A transição entre o cerrado e a
mata amazônica não é abrupta, fundem-se em manchas e no chamado mato grosso (matas
semicaducifólias) até total transição por longo trecho ao norte. Ao sul o
Planalto Central aparenta distinto limite, apesar de haver cerrado no norte de
Minas e São Paulo.
Hidrografia - Por causa
deste relevo acima descrito, a região é rica em nascentes. As serras, que
cortam o município, são divisores de duas das maiores bacias hidrográficas
brasileiras, a Platina, ao leste e sul, e a Tocantinense, ao oeste e norte.
Portanto poucos são os rios caudalosos, principalmente próximo à cidade, que
fica próxima a serra. Mais ao norte e noroeste do município temos rios mais
volumosos, como o Rios das Almas, o Rio do Peixe e o Maranhão.
Fitofisionomias
Matas úmidas - São matas
que acompanham os córregos e rios. Conhecidas também como matas de galeria ou
mata ciliar, mantém sua folhagem sempre verde durante todo o ano. As principais
espécies de mata úmida são normalmente árvores frondosas de tronco liso e
folhas pequenas. como: tamboril, jatobá-da-mata, canela-de-grota, jequitibá,
palmito-jussara etc.As fitofisionomias, que são os tipos de vegetação, é uma
das características mais marcantes do Cerrado. As principais são:
Matas secas - São matas
que ficam mais afastadas dos cursos d'água. Conhecidade como matas de
interflúvio e florestas semi-decídua. Tem este nome, devido a partes de suas
espécies perderam folhas durante o período de seca. As principais espécies são
árvores frondosas: aroeira, ipê, pindaíba, pau-d'óleo, umburuçu etc.
Cerradão - Vegetação
de transição entre a mata-seca e o cerrado, podendo ser confundido com ambos.
Possui árvores frondosas de matas com espécies tortuosas de cerrado. Vegetação
de porte sub-arbóreo e de densidade média-alta.
Cerrado - Conhecido
também como campo cerrado e cerrado sentido estrito. É aquele que mais
representa este bioma. Espécies vegetais arbustivas, bastante tortuosas, raízes
profundas, cascas grossas, folhas largas são suas principais características.
Possui densidade média e uma peguena, mas significante, população de gramíneas
e erbáceas. ex: pau-terra, pau-santo, pequizeiro, carvoeiro, barbatimão etc.
Campo sujo - Ou cerrado
ralo. Onde a densidade de gramíneas e plantas erbáceas é maior que as
arbustivas. Além das gramíneas, as mesmas espécies do cerrado podem habitar os
campos sujos. Há animais típicos de campos, como as emas, seriemas, lobo-guarás
etc.
Campo limpo - Onde
praticamente não há arbustos. As espécies que predominam são gramínias e ervas
rasteiras. Normalmente são solos rasos, arenosos, e bastante pobres. Nesta
classificação encontramos os campos inundáveis: que, por possuir solo raso e
argilas higromórficas armazenam água durante o período das águas e as retem
durante um bom período de seca; e os campos de muruduns: campos com pequenas
ilhas de vegetação arbustivas que são formadas pela atividade de cupinzeiros.
Veredas - Também
conhecidas com várzea ou várgem. São pequenos cursos e nascentes d'águas, que
circundados por campos ou cerrados ralos, possuem uma vegetação hidrida em
torno destes córregos, marcada pela presença de palmeiras, como buritis, e
espécies de mata e de campo.
Cerrado rupestre - São
cerrados nascidos sobre rochas, podendo ser ralo ou denso. São espécies
típicas: flor do pau, árvore do papel, cajú, clusia, guatambu, bromélias,
orquídes, líquens, musgos etc.
Geomorfologia
Geologia - A rocha predominante em nossa região é o
quartizito micáceo, uma rocha sedimentar de metamorfização branda com alto teor
de silíca, alumínio e ferro. Esta rocha é comercializada para a construção
civil,que a utiliza para pisos e revestimentos, sendo a principal fonte de
renda do município. Existe pouquíssimas ocorrências de arenitos e filitos, mas
há. Havia até um garimpo de esmeralda no xisto betuminoso encontrado a poucos
quilômetros da cidade, onde encontramos e presença de outros tipos de berilos, piritas,
rutilo etc. A presença de cristais de quartzo é abundante, mas não de forma
valiosa para o comércio, como cristal translúcido. O ouro já há muito retirado
de nossos aluviões, ainda é encontrado em alguns poucos garimpos clandestinos.
No mais, é quartizito, quartizito e mais quartzitos, rocha de alta dureza.
Origem - A formação geológica da região e de quase todo o interior do Brasil e bioma
cerrado é datado do período pré-cambriano, cerca de 1,100 a 1,500 bilhões de
anos. Considerado como uma das rochas mais antigas do planeta. De formação
sedimentar, estas rochas metamórficas são, aqui em Pirenópolis, na sua maioria
quartizíticas. A teoria é que neste período provenientes da erosão de um antigo
continente, sedimentos foram se consolidando no funco de um mar, dando origem a
placa tectônica de São Francisco, que engloba todo o continente sul-americano.
Por volta de 1 bilhão de anos atrás, isto se ergueu do mar formando o
continente. Neste longo período, esta sólida estrutura cristalina, foi sendo
cercada de mar e atingida por grandes intempéries. A parte central, que é o
local de nosso estudo, distante do mar, passou por períodos distintos de secas
e chuvas, que cavaram os vãos dos grande rios continentais como o São
Francisco; o Rio Grande; O Tocantins e Araguaia; o Pantanal, Paraguai e Paraná;
o Amazonas e todos os seus afluentes, moldando rochas, formando solos e
propiciando a formação de vida em nosso continente.
Fonte: www.pirenopolis.tur.br
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